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Laboratório de Visualização e Sentidos

Iniciativa regional em colaboração entre UFPE (CAC e CAA), IFPB e UFAL para pesquisas em torno da visualização de dados dentro do campo do design da informação.

As pessoas atuando no laboratório estão também vinculadas à linha de pesquisa de representação, visualização e exploração de dados e da informação do Grupo de Pesquisa Integrada em Design e Computação D+C.

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pessoas

Pessoas

|| Coordenadores do laboratório

|| Pesquisadores vinculados

contexto

Contexto

Mesmo antes da publicação em 1983, de The Visual Display of Quantitative Information (pictures of numbers), livro do professor da Universidade de Yale, Edward Tufte, considerado seminal quanto a apresentação e configuração gráfica de dados/estatísticas nos meios de comunicação, a preocupação sobre como extrair e enxergar informações significativas armazenadas em bancos de dados digitais já era pungente no campo da computação.

O campo que costuma ser chamado por Dataviz (visualização de dados), mas que preferimos chamar de Visualização da Informação, nasce originalmente desta preocupação em nos possibilitar ver e entender os dados nos datasets (conjuntos estruturados de dados), em sua forma quase sempre (mas não obrigatoriamente) numérica.

A visualização da informação teve especial importância nos ambientes corporativos do início da década de 1980. Os investimentos feitos em informatização destes espaços se justificavam pela possibilidade de registrar - e se compreender - dados estatísticos relativos ao trabalho, como se evidencia pelas diversas campanhas publicitárias que enfatizam a visualização de dados como argumento de venda:

Chamados, na época, de Business Graphics, estas visualizações eram entendidas como a chave para trazer significação às estatísticas empresariais, ou mais precisamente, nos termos adotados pela campanha da Apple Computer: "Por que você precisa de gráficos para entender dados".

Na sobreposição com a infografia (área de pesquisa que estuda práticas de configuração gráfica de artefatos confeccionados para apresentarem dados estatísticos e informações geralmente numéricas de forma metafórica e narrativa, com o intuito de transformar a experiência do leitor-receptor em algo mais imersivo, visual e lúdico), costuramos as questões inerentes da configuração digital dos artefatos (a mídia dinâmica alimentada em tempo real, a interação material, gestual e comportamental com o artefato, e a não-linearidade da experiência) com as questões próprias do design da informação (a narrativa, as questões simbólicas, o conceito trabalhado, os recursos de representação gráfica, a linguagem e seus elementos, e as possibilidades/dificuldades do processo comunicacional).

O laboratório de pesquisa se destina a estudar estas questões, seus entraves e possibildiades, na contemporaneidade e dentro das realidades e necessidades regionais das quais ele pertence e está inserido.

posicionamento

Posicionamento

1   Design da Informação é político.

2   O Design da Informação não é neutro.

3   É necessário se emancipar dos paradigmas e perspectivas teóricas do norte global.

4   É necessário revisar constantemente os cânones do Design da Informação.

5   É necessário valorizar a teoria da Linguagem Gráfica Brasileira.

orientações

Orientações

Durante o período de execução do Projeto de Pesquisa sobre Dataviz, a área de concentração das orientações de graduação e pós-graduação estarão limitadas aos temas circunscritos à Visualização da Informação||dados.

|| Graduação

Atualmente há 1 vaga disponível para orientação de alunos de graduação em projetos de TCC (2022.2).

|| Pós-Graduação

Há previsão para 2 vagas de mestrado disponíveis no próximo processo seletivo (2023) do PPGDesign.

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Guilherme Ranoya
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